Uma crachá, vários cargos.
- Gabriella Azevedo
- 10 de mar.
- 2 min de leitura

Sabe aquele papo de “ser muitas em uma só”? Então… eu queria dizer que era uma piada. Mas não é. É só o reflexo meio bagunçado da minha vida mesmo.
Hoje, no meu crachá (aquele imaginário, que pesa mais que o físico), carrego tudo isso:
– Líder de Produtos em Banking na @nttdata.latam, tocando projetos globais de tecnologia para produtos financeiros de grandes bancos.
– Diretora de Produtos e Marketing na @micelium.br , startup especializada em micomedicina — sim, fungos. E que lida com editais públicos para crescer.
– Matriarca da @oracic.family, mãe do Roger, do Paçoca, da Frida e da Phoevi. E sim, desenvolver seres vivos também cansa. Quero reborns agora.
– Mentora e voluntária em projetos como Pulsar, Empreenda Saúde, RME (@institutorme), Startup Weekend e na transição de carreira de mulheres para área de produto.
– Estrategista na @curtasociale, onde entrei pra ajudar o sonho de uma amiga — e acabei me reencontrando. Foi ali que nasceu esse Instagram, como espaço de fala e descoberta de novos propósitos.
– Escritora em processo do meu primeiro livro, Memórias de Gaia.
– E futura professora de MBA na @anhangueraedu. Porque ensinar é a forma mais bonita de devolver o que a gente aprendeu apanhando.
Mas aqui vai a parte que quase ninguém fala: eu não me orgulho de ter a vida assim. O Burnout bate na porta sempre e eu falo pra ele voltar mais tarde, pois, não temos tempo para isso hoje.
Essa jornada foi escrita no bloquinho mental que dizia que eu devia me esforçar até os 45 anos — pra talvez poder respirar depois.
E a real é que, se eu (não) tô dando conta, é por causa dos meus remédios psiquiátricos — porque café, eu odeio. Mas eu acho que dou o melhor de mim e é isso.
A minha intenção com tudo isso?
Não é parecer incrível. É conseguir multiplicar, um pouco que seja, de tudo que aprendi vivendo essa jornada entre Maceió, São Paulo e meu sonho de trabalhar com grandes marcas.
Talvez você também esteja nesse ponto: cansada, múltipla, meio no automático… E talvez precise só de alguém que diga: eu também tô aqui, tentando.
Esse espaço é isso. Um lugar pra conversar de verdade. E deixar que a fala seja também cura.
Câmbio, desligo.




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