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Jovem demais para aposentar. Velha demais para aceitar qualquer coisa.
Nas minhas crises de meia idade, constantemente refliro sobre o momento de vida em que cheguei: velha demais para aceitar qualquer coisa, nova demais para me aposentar.
Gente, eu só quero viver da minha arte!
20 de mar.2 min de leitura


Desmarketize-se: o lado B do marketing que não cabe mais ser tradicional.
Para quem: Para você que já cansou de palestra com “engajamento revolucionário”, de slide com “seja autêntico” (copiado do vizinho) e de fórmulas mágicas que prometem vender até gelo no Alasca.
20 de mar.1 min de leitura


O simbolismo da "bolsa cara".
Chega um período da vida que o mundo parece que me força a viver mudanças. A virar a chave. Algumas vezes ela vem sorrateira, outras a fórceps. Quando esse movimento se inicia, normalmente eu começava cortando o cabelo. Porquê? Não sei. Mas era assim. Cansei do de sempre. O óbvio começou a ser frequentemente questionado. Desde jovem minha irmã me falava "você precisa se vestir como a empresária de sucesso que você é", e eu pensava: cara, não viaja. E ela reforçava: você atraí
20 de mar.2 min de leitura


Fim do mundo: ter um motorhome vs um bunker.
Quem aí tem acompanhado histórias e pessoas que se preparam para o fim do mundo? Pois bem, eu tenho. Na real, o fim do mundo fica como metáfora (ou não tanto assim no meu caso que acredito nele) pois quero falar na realidade sobre sonhos.
20 de mar.2 min de leitura


Anti-influencer: chegou a vez do curador cultural e da arquitetura da narrativa.
Estamos vivendo um colapso criativo, e fingir que não está acontecendo só adia o inevitável. Segundo o relatório “Digital 2024” da We Are Social & Meltwater, 41,8% dos usuários de redes sociais globalmente já usam bloqueadores de anúncios, e 52% afirmam pular ads sempre que possível. O público não quer mais ser interrompido, e muito menos convencido. As marcas ainda insistem em empurrar autenticidade enlatada com verba de tráfego pago, enquanto creators se esgotam vendendo li
20 de mar.2 min de leitura


Missão Momy: O planejamento para além de uma gestação.
Quando decidi ser mãe, lá em 2021, eu fiz o que sei fazer: planejei. Criei lista de tarefas, abri aba no Notion (e nem é piada), comecei o diário de tentante e estudei maternidade como quem estuda uma certificação. Porque né… se ia entrar nesse projeto, que fosse bem feito.
20 de mar.2 min de leitura


Soundbox Delas: um espaço para organizar a sua vida múltipla.
Você não está perdida, está sobrecarregada de versões. Profissional, mãe, parceira, gestora da casa, dos projetos, da própria vida. Tudo coexistindo ao mesmo tempo, sem um sistema claro para organizar isso. E aí o erro clássico acontece: você tenta resolver no impulso aquilo que, na verdade, precisa ser tratado com cuidado e atenção. O Soundbox Delas nasce exatamente desse incômodo. Não da falta de direção, mas do excesso de possibilidades sem estrutura. O que você vai encont
20 de mar.2 min de leitura


O amor cura: A maior lição que o Câncer me ensinou.
Foram quase 365 dias de luta para eu descobrir o poder de uma única frase: o amor cura.
Vivi entre 2024/2025 o pior-melhor momento da minha vida. Descobri uma doença autoimune, seguido de um câncer. Foram 4 internações, mais de 40 dias totais dentro de uma UTI.
20 de mar.2 min de leitura


Antes de dizer "não vai funcionar", respira fundo.
Porque a ideia mais estranha da sala pode ser exatamente a que vai mudar tudo. Existe um momento específico que alguém propõe uma ideia e, antes mesmo de terminar a frase, você já sente aquele impulso de dizer "isso não faz sentido". Esse impulso quase sempre diz mais sobre mim do que sobre a ideia. Tem um tipo de opinião que eu parei de dar em público. Quando alguém que claramente entende do assunto — não qualquer pessoa, mas aquela que você sabe que tem anos de imersão no t
14 de mar.3 min de leitura


Cogumelo de Chernobyl ou filtro de gliter o apocalipse digital? Quem é você na vida.
Como eu me sinto quando vejo o efeito manada digital e tô ali, observando de fora tentando entender o enredo: 🍄🥲 Todo mundo com o mesmo estilo de roupa, as mesmas marcas hypadas, ouvindo as mesmas músicas em looping, frequentando os mesmos lugares "instagramáveis", falando os mesmos jargões e criando conteúdo no piloto automático. É a cultura da viralização: tudo é pra internet. Tudo é pela internet. O tempo todo. Literalmente. Enquanto isso, o feed vira um déjà vu de cópia
10 de mar.2 min de leitura


Uma crachá, vários cargos.
Sabe aquele papo de “ser muitas em uma só”? Então… eu queria dizer que era uma piada. Mas não é. É só o reflexo meio bagunçado da minha vida mesmo. Hoje, no meu crachá (aquele imaginário, que pesa mais que o físico), carrego tudo isso: – Líder de Produtos em Banking na @nttdata.latam , tocando projetos globais de tecnologia para produtos financeiros de grandes bancos. – Diretora de Produtos e Marketing na @ micelium.br , startup especializada em micomedicina — sim, fungos. E
10 de mar.2 min de leitura


Escolha bem duas prioridades
Querido diário, hoje eu vim trazendo notas sobre ordem de prioridades. Escolha sabiamente, caso contrário, a vida escolhe por você. Precisei de um rasgo no pescoço pra entender o óbvio: a ordem é saúde, família, trabalho. Nessa ordem. E não o contrário. Me enchi de metas, entregas, daily, OKRs, cafés com propósito e pautas que pareciam TED Talks, mas eram só desgaste disfarçado de inovação. Fiz reunião com febre, respondi e-mail com dor, segurei o filho no colo de um lado e o
10 de mar.2 min de leitura
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