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Missão Momy: O planejamento para além de uma gestação.

Hoje a Gabê que vos fala é a da missão momy. Baseado em fatos reais e sem filtros.



Quando decidi ser mãe, lá em 2021, eu fiz o que sei fazer: planejei. Criei lista de tarefas, abri aba no Notion (e nem é piada), comecei o diário de tentante e estudei maternidade como quem estuda uma certificação. Porque né… se ia entrar nesse projeto, que fosse bem feito.


Nunca fui muito boa com criança (tenho mais afinidade com idosos, pra ser sincera). Mas queria ser mãe. Só não fazia ideia de como isso acontecia no mundo real.


Minha vida sempre foi o trabalho. Se tava triste, trabalhava. Se tava feliz, também, até meu lazer fazia parte do job. Insano ver isso hoje. Família não era prioridade (difícil dizer, mas é verdade). Aprendi isso depois de casada, em doses homeopáticas.


Como toda boa tentante, decidi parar de tentar e foquei na carreira. E aí… PUFF! três meses de gestação. Em dezembro de 2022 nasceu Roger, meu maior feito de vida até aqui. E, consecutivamente, chegaram meus primeiros 6 meses off de trabalho. Quer dizer, o job mudou.



A real: eu não sabia como fazer aquele ser sobreviver ao meu caos, mas confiei nos estudos. No primeiro mês já aprendi a usar manobras de Heimlich (Roger tinha refluxo e engasgou feio 2x), sobre fórmulas (agora de leite) e umas três técnicas de sobrevivência emocional. Cadê o manual atualizado, Deus?



Foi ali que descobri o poder das muitas mulheres que me habitam. Puerpério, culpa, noites sem dormir. Tudo junto, misturado. Mas, tudo passa. E passou. Aprendi que dá pra ser bagunça bonita e ainda assim construir coisas incríveis!


Hoje, quase 3 anos depois, entendo que nenhum projeto me ensinou mais que esse. Desenvolver um ser humano é sobre exemplo, e o efeito cascata da gentileza que vejo meu marido ensinando ao Roger é meu plot twist favorito da vida.



Sim, continuo vendo o mundo como um eterno negócio. Mas abrir mão do job pra viver esse cargo de mãe foi a melhor decisão que eu já tomei! ❤️


Então fica aqui, mais uma vez, o lembrete básico que virou filosofia por aqui: (leia em negrito e tom alto) Saúde. Família. Trabalho. Nessa ordem! Porque o resto a gente negocia.



Câmbio, desligo!

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